programa

IMG_8769
Para preencher a ficha de inscrição, por favor, clique aqui.

Para visitar o site oficial do curso, por favor , clique aqui.

Curso Vectonistagmografia, Videonistagmoscopia, VideoHit e VEMPs

Curso Vectonistagmografia, Videonistagmoscopia, VideoHit e VEMPs

Objetivos do curso

1-Transmitir as bases teóricas que permitam ao aluno entender o funcionamento do aparelho vestibular e sua fisiopatologia a fim de poder obter o máximo de informações dos exames funcionais do labirinto e suas conexões.

2- Transmitir um método de se fazer anamnese e exame físico que permita estabelecer uma hipótese diagnóstica plausível, na grande maioria dos casos, antes de se fazer qualquer teste com equipamentos.

3- Os testes abordados serão a Vectonistagmografia (testes oculomotores, prova rotatória pendular decrescente, prova calórica), Videonistagmoscopia (testes de nistagmo de posicionamento para pesquisa de litíase labiríntica nos canais posteriores, laterais e anteriores registrados em vídeo), Teste do Impulso Cefálico com vídeo (vHIT) e Potenciais Evocados Miogênicos Vestibulares Cervicais e Oculares (cVEMP e oVEMP)

4- Curso com 06 horas de teoria e 01hora e 30 min de demonstração ao vivo do teste de Nistagmo de Posicionamento através da Videonistagmoscopia e do Teste do Impulso Cefálico com vídeo (vHIT) em voluntários normais.

Quinta Feira

8h30min às 10h00min
“Labirintites” do diagnóstico genérico ao topodiagnóstico preciso testes de avaliação funcional ( conceitos funcionais básicos, construindo um raciocínio de diagnóstico a partir da anamnese e exame físico passando pelos testes funcionais e caracterizando as principais doenças que afetam o sistema vestibular e suas conexões).

10h00min às 10h30min

Intervalo

10h30min às 12h00min

Como captar os movimentos oculares reflexos e voluntários
1.Atividades elétricas envolvidas: movimentos oculares e palpebrais.
2.Provas vestibulares e oculomotoras.
3.Critérios para a avaliação do nistagmo espontâneo e provocado por estimulo vestibular
4.Critérios para avaliação dos movimentos oculares provocados por estímulo visual.
5.Critérios para a avaliação do nistagmo registrado por Videonistagmoscopia na provas para avaliar a Vertigem Posicional Paroxística Benigna
6.Detalhes técnicos

12h00min às 14h00min

Intervalo

14h00min às 15h30min

Alterações na Veng nas patologias periféricas.
Alterações Veng nas patologias centrais.
(provas que serão abordadas Calibração, Rastreio Pendular, Nistagmo Optocinético, Nistagmo Espontâneo e Semi-espontaneo, Prova Rotatória Pendular Decrescente, Prova Calórica)

Alterações vestíbulo-oculomotores na videonistagmoscopia (VPPB dos diferentes canais, VPPM)

15h 30min às 16h00min

Intervalo

16h00min às 17h00min

  • VEMP cervical e ocular – Básico, Aplicações Clínicas.
  • VIDEO HEAD IMPULSE TEST – Básico, Aplicações Clínicas..

17h00min às 18h30min

Exames ao vivo: vHIT e Videonistagmoscopia

Curso de Potenciais Evocados Auditivos

Objetivos do Curso

1-Transmitir as bases teóricas que permitam o aluno obter o máximo de informações de seus exames eletrofisiológicos.

2- Ensinar a usar rotinas padronizadas e a mudar de estratégia conforme o objetivo do exame e de acordo com as respostas que forem sendo obtidas durante a sua realização.

3- Demostrar exames em voluntários normais BERA Click, BERA tone Burst, ECoG Peritimpanica, LLR, P300, oVEMP, cVEMP.

Sexta feira

08h30min ÀS 10h00min

POTENCIAIS DE LONGA LATÊNCIA (N1P2) E POTENCIAIS AUDITIVOS RELACIONADOS A EVENTOS (P3, P300)
Origem
Técnica de captação
Valores de referência
Alterações
Aplicações clínicas

10h00min À 10h15min

INTERVALO

10h15min À 12h00min

POTENCIAIS EVOCADOS VESTIBULARES MIOGÊNICOS CERVICAIS E OCULARES
(cVEMP e oVEMP)
Origem
Técnica de captação
Valores de referência
Alterações
Aplicações clínicas

RESPOSTAS AUDITIVAS DO ESTADO ESTAVEL

Origem
Técnica de captação
Valores de referência
Alterações
Aplicações clínicas

12h00min À 14h00min

INTERVALO

14h00min às 15h30min

Anatomofisiologia da audição aplicada aos potenciais auditivos evocados.

1) Papel das células ciliadas externas e internas
2) Curvas de sintonia
3) Onda viajante na cóclea
4) Não linearidade da relação entre o estímulo sonoro e a resposta coclear
5) Tonotopia (como a cóclea detecta as diferentes freqüências)
6) Diferenciação das intensidades
7) Recrutamento
8 ) Efeitos fisiopatológicos da perda auditiva de transmissão, sensorial, neural e de tronco encefálico
9) Efeitos da idade sobre a fisiologia da audição

15h30min às 16h00min

Intervalo

16h00min às 18h30min

Como captar os potenciais evocados auditivos PEATE e ECoG.
1) Atividades elétricas envolvidas: cerebrais em geral, musculares e auditivas.

2) Latências e amplitudes dos potenciais evocados auditivos

3) Conceitos de captação dos potenciais:
a. Janela
b. Relação sinal/ruído
c. Número de estímulos
d. Número de estímulos por segundo

4) Estímulos acústicos:

  1. Clique, tone burst e chirp.
  2. Compressão, rarefação e alternados
  3. dBNPS, dBpeNPS, dBNA, dBnNAd. Relação com os estímulos da audiometria tonal liminar

5) Detalhes técnicos

  1. Evitando interferências
    b. Preparo da pele (pastas abrasivas e pastas eletrolíticas)
    c. Tipos de eletrodo e cuidados com os mesmos
    d. Efeitos dos filtros da atividade elétrica captada
    e. Efeito das taxas de apresentação dos estímulos
    f. Mecanismos de rejeição de artefatos elétricos
    g. Transdutores (fones de sobrepor, fones de inserção, vibrador ósseo).

BERA/PEATE normal em resposta ao clique, ao tone burst e ao CHIRP:

1) Ondas I, III, V e Microfonismo Coclear.
a. Variação das respostas normais conforme intensidade, tipo de estímulo, fase e taxa de
apresentação dos estímulos.

Alterações dos Potenciais Auditivos Evocados de Tronco Encefálico e Eletrococleografia
( PEATE / BERA e ECoG) em:

  1. Perda auditiva coclear em agudos, em graves e planas
    b. Perda auditiva condutiva
    c. Perda auditiva mista
    d. Alterações retrococleares decorrentes de tumor do VIII par, outros tumores de fossa
    posterior, doenças desmielinizastes e neuropatia auditiva.

 

Sábado

08h30min às 9h30min

1) Aplicação clínica dos Potenciais Auditivos Evocados de Tronco Encefálico (PEATE / BERA) na avaliação da criança com suspeita de deficiência auditiva e naquela com atraso no desenvolvimento de fala e linguagem.

2) Aplicação clínica dos Potenciais Auditivos Evocados no diagnóstico neuroaudiológico.

09:30min às 12h00min

Exames ao vivo em voluntários normais

BERA,ECoG, VEMPs, LLR, P300,PAEE


 

Para preencher a ficha de inscrição, por favor, clique aqui.

Para visitar o site oficial do curso, por favor , clique aqui.